Museu Oscar Niemeyer - Curitiba Às vezes esqueço quem sou eu e quando me pego tentando lembrar, gosto do que penso. Ao mesmo tempo me vem um medo de ser quem eu sou. Medo de ser um animal migratório solitário e não como os elefantes. Medo de perceber que o que eu quero não seja o que eu preciso. Medo de ter tanto medo. Por que eu simplesmente não aceito que eu gosto de mim mesma e ponto? Por que eu coloco meus defeitos como a causa de ainda não ter encontrado o animal migratório complementar? Por que eu duvido do que acredito? Esse animal migratório anda com muitas perguntas perseguindo seus rastros. Quando é só aceitar quem ele é.
--> Face your fears Vers ã o original em ingl ê s seguida de tradu çã o, a pedidos :) One thing I have learned with life and therapy. We are always in pain. We don’t go through life without it. There are periods when it is more intense, there are periods we don’t even notice it. There are periods that it is just a background noise. There are periods that they are so many. They are from the past, present and future. And we should not ignore pain. Any. We have to deal with it, so it is gone. “Live through this and you won’t look back” (Stars). How we deal with it? We allow us to feel it. And do whatever healthy thing it is necessary to remain sane. We cry, scream, dance, laugh, kiss, hug, write, paint, sing, exercise, work, sail, walk, chat... but most importantly we need to learn how to be loved. Sometimes we are so broken, so joyless, we aren’t able to accept love. And it is not great gestures. We just don’t let people help us. And we keep all love we hav...
Comentários
Se pudesse ser uma opção,
Se...
Bjka
no pensamento, nas aspirações...
fico pensando que, ás vezes,
a gente acaba dando asas ao medo, ás dúvidas, ás mágoas... não é estranho?...
Então, que seja uma semana alada rumo às coisas boas da vida.
Beijo, Patricia.
From Everything is Canvas