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Mostrando postagens de Março, 2013

Liberdade!

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Para aquele que luta por algo, sempre há um dia de dúvida. É aquele momento do filme que o mocinho pensa em desistir. Aquele momento quando tudo parece estar perdido. Até que aparece algum sinal que mostra que aquele era o caminho mesmo. O mocinho levanta e cruza a linha de chegada, beija a garota de seus sonhos, consegue o emprego, se salva!

No filme o momento da dúvida, do desânimo, da desistência, dura alguns segundos. Na vida... ah! Na vida pode ser um segundo, dias, meses, anos! Algumas pessoas nunca mais se levantam.

É difícil continuar pelo caminho sem duvidar dele. Principalmente quando não há muitos outros que te entendam. Pode até haver aqueles que sempre te apóiam, mas, por uma misteriosa causa, precisamos também daqueles que nos entendam. Melhor ainda quando há aqueles que estão procurando a mesma coisa. Eu não sei explicar. Só sei que o ser humano precisa estar em um grupo com o qual se identifica, onde ele "se encaixa".

Pode ser que seja porque quando nós não quer…

I fear not to feel.

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I fear not to feel. I do not fear hurt. I fear not to fall in love again.


I miss those days so much. Those 30 something days when I was so happy, when the world was perfect the way it was. Everything was so peaceful, I felt so complete... so me.

Those days of lying on the grass, looking at the sky, quite songs, light food, walking by the river, kissing by the lake, making love... those days, ah, those days are missed. I was comfortable, so comfortable, like you told me you were when with me. We did not need to talk sometimes. We just needed to be there... together. Those days will not be forgotten.

Those days are my definition of happiness.
And I catch myself asking why all can’t happen again. Not again with those blue eyes, not again with the same actions, in the same place. It is past. But again with the same peace. Everything just happened. No questions, no fears, no plans, no hesitations, no complications. It was all about the moment. All tears that came when I had to leave were worth…
Preocupar-se com o que comer
Preocupar-se com o que vestir
Preocupar-se com a segurança
Preocupar-se com o que pensar
Preocupar-se com o que falar
Preocupar-se com o que publicar
Preocupar-se com o futuro
Preocupar-se com o presente
Preocupar-se com por onde anda
Preocupar-se com dinheiro
Preocupar-se com lazer
Preocupar-se... preocupar-se...
Cansa!
Posso só existir?

Pelo menos é outono!

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"When I'm counting up my demons. Saw there was one for every day"
(http://letras.mus.br/coldplay/90388/traducao.html)

Apesar de toda essa confusão dentro de mim
De toda essa energia que quer explodir
É outono!
E a chuva cai fina
O vento frio finalmente acalma meu rosto

Dias melhores sempre chegaram com o frio
Então pelo menos é outono!
E quem sabe a espera logo termine
Os demônios se acalmem
E o frio sopre esperança na minha alma.

Penso, logo enlouqueço

"Tem dias que a gente já acorda irritada..."

Fazia tempo que não me sentia tão brava, tão zangada com tudo. Antes era traço característico da minha personalidade: a revolta. Não estava bom, eu reclamava, falava bem alto. Mudava.
Agora eu aprendi várias coisas que me fizeram mudar. Tentar mudar. Aí quando eu quero me revoltar, não consigo. E fico presa em mim mesma entre dois mundos, entre dois estados de espírito. E quando antes eu faria algo para mudar, agora os atos demoram a vir, a vontade é de deixar para lá, de ir dormir. Todo o caminho de raciocínio que faço me levam à conclusão de que as coisas serão como tiverem que ser e não importa o quanto eu me esforce, se não for para ser, não será. E que as coisas que serão estão tããããããão lá longe, que pensar em respirar fundo mais uma vez me dá falta de ar. Então no que arriscar? Por que arriscar? What's the point? Penso, logo enlouqueço.

Talvez seja só o maior tédio do mundo. Talvez eu tenha enjoado dos meus sonhos. Talvez…
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Não tenho medo de quem vive errando. Tenho medo daqueles que acreditam que estão sempre certos. Daqueles que pensam que não precisam melhorar em nada. Daqueles que não se colocam no lugar do outro.
Quem erra pode estar tentando mudar as coisas ou a si mesmo. Quem nunca erra, pode apenas não se importar...

Um fuck pra sociedade!

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Quando eu penso na minha vida, logo me pego vendo minhas fotos. Tenho vivido momentos de dúvida, momentos de medo, inseguranças que estou chutando embora. Ou tentando. Pelo menos.
Preciso ficar lembrando quem eu sou. Preciso me achar! Preciso voltar a ser eu!
Eu, Patrícia, lá no fundo, gosto de mudar de cidade. Aquela expectativa do que vou encontrar, quem vou conhecer, onde vou morar. Bom, e também não sei o que é morar em um lugar por mais de 4 anos e pouco, então... por que diabos tenho esse querer de ficar em um mesmo lugar? Será que não estou indo contra a natureza da minha existência? Claro que algum dia eu vou ter que morar em algum lugar... será?
Eu, Patrícia, amo viajar. E tenho que admitir que um dos meus medos é parar com isso. Isso eu não admito! Não, não, não! NÃO! Meus sorrisos mais bonitos estão nas fotos de viagens. Quantos lugares magníficos! Quantas histórias! Quanta gente legal, interessante, bonita! Sempre foi muito bom e não ter uma viagem em vista meio que me de…