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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

Sozinhos

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Estamos sozinhos.
Aquela doce ilusão da infância quando tínhamos amigos inseparáveis, se esvai. As decisões são suas. A dor é sua. As coisas não são tão simples. Não há preto, nem branco, são tons de cinza. As decisões são suas. E as consequências também. Estamos sozinhos. Nascemos sozinhos. E morreremos sozinhos. Não importa quantos estejam ao nosso redor. É tudo seu. A culpa e a glória são suas e você terá que conviver com isso. Não importan quanto um abraço amigo ajude, porque estamos sozinhos...

Vilão

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Todo vilão sofreu da falta de amor?

Way back

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Você já desejou pegar o caminho de volta? E se desse para voltar no tempo?
Para onde quando iria? Ou quando...
Seu coração dói só de pensar?
O meu dói.



Have you ever wished to take the way back? And if it was possible to come back in time? Where would you go to? Or when... Does your heart hurt just to think of it?
Mine does.

2011.

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Se o tempo é contínuo, como recomeçamos?
2011 me consumiu Tirou meus pés do chão tantas vezes Pousei em tantos lugares Norte, Sul, Leste, Oeste Não tanto para Oeste Churrasco no Sul Pizza no Sudeste Fondue na França Guacamole no México Virose na Argentina Escondidinho no Nordeste
2011. O ano do show do sonho. U2.
2011 me exauriu Usei tanto minha mente Virei doutora Virei e desvirei muitas coisas Pensei sobre a vida todo dia Intensamente
2011 me atingiu Nível de saudade mais alto de todos os tempos Sentimento de solidão na multidão Distanciamento de alguns amigos Aproximação de outros Verdades reveladas Inocência quebrada Busca pela justiça Laços desfeitos

Desejo a todos! Wish you all!

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E obrigada a todos que passaram por aqui, deixaram comentários e deixaram meu blog mais divertido :) Thank you all that visited, commented and made this blog more fun :)

Copo cheio

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Muitas vezes me sinto um copo cheio. Cheio de saudades. Para onde vão as novas lembranças? Parece que mais nada caberá em mim.


Reticências do animal migratório

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Às vezes esqueço quem sou eu e quando me pego tentando lembrar, gosto do que penso. Ao mesmo tempo me vem um medo de ser quem eu sou. Medo de ser um animal migratório solitário e não como os elefantes. Medo de perceber que o que eu quero não seja o que eu preciso. Medo de ter tanto medo. Por que eu simplesmente não aceito que eu gosto de mim mesma e ponto? Por que eu coloco meus defeitos como a causa de ainda não ter encontrado o animal migratório complementar? Por que eu duvido do que acredito? Esse animal migratório anda com muitas perguntas perseguindo seus rastros. Quando é só aceitar quem ele é.



New winds

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New winds on my face Novos ventos no meu rosto I don’t know which way they will blow Não sei para que direção eles soprarão I don’t know what they will bring Não sei o que eles trarão But we can never tell, can we? Mas nunca podemos dizer, podemos? There is only hope. Há apenas esperança.

Devaneios de bióloga 5 - Sobre zumbis

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Toda vez que estou em um aeroporto penso em quantas pessoas estão transitando por aí. Fico me lembrando desses filmes onde um vírus que transforma as pessoas em zumbis querendo carne e/ou cérebro se espalha pelo mundo. Apesar de adorar viajar e da sensação de liberdade que tenho indo de um lugar tão longe para outro, não gosto de aeroportos. Não me sinto segura em um lugar onde os germes mais malditos do mundo estão passando. Como esses germes são sortudos em infectar humanos que não param no lugar! E se surgissem zumbis? O que eu faria? Você que está lendo deve estar pensando que eu sou louca. Mas se existe isso em formiga quando infectadas por um fungo, por que não poderia acontecer com a gente? Tudo bem que a diferença de complexidade cerebral é grande, mas eu penso nisso. O que eu faria se um surto começasse e eu estivesse sozinha em algum lugar do mundo no momento? Longe da família, eu só me preocuparia em sobreviver ou iria tentar voltar para casa? Onde me esconderia? E com a família…

Breathe

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"Every day I die again, and again I'm reborn
Every day I have to find the courage
To walk out into the street
With arms out
Got a love you can't defeat
Neither down or out
There's nothing you have that I need
I can breathe
Breathe now"(U2)

Is there really?

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Is there really a light at the end of the tunnel?
Há mesmo uma luz no fim do túnel?
Is there really such thing as soul mate?
Há mesmo tal coisa como alma gêmea?
Is there really happiness?
Há mesmo felicidade?
Is there really hope?
Há mesmo esperança?


Does this world really exist?
Esse mundo existe mesmo?
It might really be like this, because if it was my imagination, I would be with you right now. And it would be snowing. And I would be seeing a light.
Ele deve ser assim mesmo, porque se fosse minha imaginação, eu estaria com você agora. E estaria nevando. E eu estaria vendo uma luz.
You, that doesn't have a face.
Você, que não tem face.

Devaneios de bióloga 4 - O caos

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Há dias leves. Há dias alegres. E há dias como hoje. Dias em que olho para o mundo e penso que não o entendo. Não entendo as pessoas. Não entendo como o conjunto de pessoas pode ser tão caótico. Pequenos ou grandes aglomemerados, não importa. É sempre um caos. E um caos gerado pelo egoísmo. Não entendo como podemos ter evoluído como sociedade. Por que não somos como certas aves que voam em bando sem nem se trombar? E os morcegos voando juntos nas cavernas então? Tudo bem que esses possuem sonares, mas... Ah! Ô bichinho caótico esse ser humano! Esse trânsito ainda me faz perder a cabeça. Não entendo pra quê tanta pressa. Por que geramos tanto caos para nós mesmos? Acho que tá na hora de extinguir... será que vai ser um evento aleatório (como um cometa) ou vamos continuar nos matando aos poucos no dia-a-dia até a desigualdade gerar tamanha revolta e nos matarmos em uma guerra declarada? Porque em uma não declarada gente morre todos os dias. Sem mencionar a destruição do planeta. Mas is…

Explodir

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Só espero que se for para explodir, que eu exploda em milhões de estrelas cadentes...

Devaneios de bióloga 3 - A contradição entre biologia e romantismo

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O amor é o recurso mais lindo da natureza para garantir a reprodução da espécie. No final tudo se resume em reproduzir-se.







Naqueles dias nos quais dá uma vontade louca de amar. Viver por uma pessoa além de si mesmo. Beijar a boca. Acariciar os cabelos. Ficar horas se lembrando do sorriso. Sentir, sentir e sentir. Se entregar ao toque. Àquela pegada pelo cabelo atrás da nuca. Amolecer naquele chega pra cá de tirar o fôlego. Ah, o amor, a paixão! O que fazer naqueles dias quando se quer mas não há quem amar?

O vai e vem

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Muitas pessoas cruzam nossas vidas. Poucas ficam. Muitas queremos mandar embora. Outras se foram sem a gente querer. Outras vão para longe, mas estão sempre perto. Outras estão sempre perto, mas estão longe. E nesse vai e vem há surpresas. E nesse vai e vem há amizade. E nesse vai e vem há paixão. E todas tocam de alguma forma o coração... e é isso que importa!





Devaneios de bióloga 2 - O gato e o lagarto

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Eu torço para os predadores. Gato tem instinto de predador. Logo, pobre do lagartinho machucado, mas ele só estava exercitando suas habilidades. Instinto.


Enquanto outros tem a sorte de terem um amigo para praticar.

Cada coisa que biólogo pensa só olhando para o quintal.

Ser feliz e ponto.

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Parar de fantasiar com o que está longe e valorizar o que está perto, o momento. Ser feliz e ponto.

Devaneios de bióloga 1 - Predadores

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As pessoas sempre torcem para as presas... bom, os predadores também tem que comer. E eu torço para eles.


VS

O que eu notei

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Eu notei que nem sempre a gente nota o céu... Que a gente nem sempre sente a paz que ele transmite. Acredito que o céu seja a cura para a pressa. Para a tristeza. Para aquela canseira que sentimos no final da tarde. Olhar para esse céu me dá vontade de abrir os olhos todos dos dias. Esse aqui tem tanta luz! Talvez seja por isso que o céu seja sinônimo de paraíso...