Museu Oscar Niemeyer - Curitiba Às vezes esqueço quem sou eu e quando me pego tentando lembrar, gosto do que penso. Ao mesmo tempo me vem um medo de ser quem eu sou. Medo de ser um animal migratório solitário e não como os elefantes. Medo de perceber que o que eu quero não seja o que eu preciso. Medo de ter tanto medo. Por que eu simplesmente não aceito que eu gosto de mim mesma e ponto? Por que eu coloco meus defeitos como a causa de ainda não ter encontrado o animal migratório complementar? Por que eu duvido do que acredito? Esse animal migratório anda com muitas perguntas perseguindo seus rastros. Quando é só aceitar quem ele é.
--> Face your fears Vers ã o original em ingl ê s seguida de tradu çã o, a pedidos :) One thing I have learned with life and therapy. We are always in pain. We don’t go through life without it. There are periods when it is more intense, there are periods we don’t even notice it. There are periods that it is just a background noise. There are periods that they are so many. They are from the past, present and future. And we should not ignore pain. Any. We have to deal with it, so it is gone. “Live through this and you won’t look back” (Stars). How we deal with it? We allow us to feel it. And do whatever healthy thing it is necessary to remain sane. We cry, scream, dance, laugh, kiss, hug, write, paint, sing, exercise, work, sail, walk, chat... but most importantly we need to learn how to be loved. Sometimes we are so broken, so joyless, we aren’t able to accept love. And it is not great gestures. We just don’t let people help us. And we keep all love we hav...
Eu com minha avó e cachorros (1981) Sabe, meu amor por cachorros não é algo que começou logo. Quando eu era criança eu tinha medo de cachorros. Quem me conhece deve achar difícil de acreditar nisso. Mas é fato. Eu tinha medo porque quando eu ia para a escola e passava na frente de uma loja de gás, um cachorro vinha correndo lá de dentro latindo e me assustava. Comecei a passar pelo outro lado da rua e mesmo assim tinha medo que ele viesse correndo atrás de mim. Eu tinha medo porque uma vez eu estava na casa da vizinha e o cachorro escapou, entrou na casa e pulou na minha cara. Só não mordeu porque minha vó o jogou longe. E eu tinha medo porque uma vez um cachorro tentou me morder na casa de uma amiguinha. Estávamos brincando de esconde-esconde e a dita cuja resolveu se esconder no quintal onde os cachorros estavam presos. Ao abrir o portão eles escaparam e me acharam. Felizmente foi só u m puxão na calça. E foi o pequeno, porque o grande ficou me olhando, balançando o rabo, enquanto...
Comentários
Beijos
Bjs
Mas confesso que assusto de vez em quando com a música!!! hehehe
Bjaaaooo
Mudança é sempre bom, não?
BeijooO*
Bjos para a menina
Erikah